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dez 14

Missa do Jubileu do Ano da Misericórdia

001Ratificando o anúncio proferido pelo Papa Francisco no dia 13 de março desse corrente ano “Jubileu da Misericórdia”, as portas da Matriz Nossa Senhora das Dores foram todas fechadas, para que exatamente às 10:00 horas, da manhã desse domingo 13 de dezembro, precedida pelas badaladas dos sinos, fossem abertas, propiciando com isso um novo caminhar, uma nova intenção para um novo Ano, que se intitulará como Santo. Para tanto vale ressaltar que à esquerda de quem entra foi fixada uma bela placa registrando tal acontecimento.

Enquanto a turba adentrava pela nave ao som da bela e pertinente canção do Pe. Zezinho: …Senhor, quem entrará no santuário pra Te louvar? Quem tem as mãos limpas e o coração puro, quem não é vaidoso e sabe amar… Pe Paulo Marcelo entusiasmado ia aspergindo a todos. Durante a homilia demonstrou a todos que a misericórdia será a panacéia para os males e ambições desmedidas, que nos afrontam em todos os momentos, pois os mesmos são decorrentes da nossa incapacidade de amar, tal qual o amor demonstrado por Jesus Cristo e tão bem aclamado pelo Papa Francisco. Em tom de brincadeira, mas com firmeza de intenção, Pe. Paulo Marcelo convidou a todos para se fazer leitor da grande obra “Deus nos Fala” (Bíblia), pois, através dela trilharemos o caminho das bem aventuranças em detrimento do radicalismo obtuso que cega o nosso bom senso, e terminou asseverando que a Esperança será, sempre, a chave que nos dará uma perspectiva de que algo bom irá acontecer.

Ao fim todos cantaram parabéns aos formandos do Centro Escolar Wanderlei Arruda (CEWA), que se fizeram partícipe dessa celebração.

Em tempo vale esclarecer, que antigamente entre os hebreus, o jubileu era um ano declarado santo e que acontecia a cada 50 anos, no qual se devia restituir a igualdade a todos os filhos de Israel. A Igreja católica iniciou a tradição do Ano Santo com o Papa Bonifácio VIII em 1300. Ele planejou um jubileu por século. A partir de 1475, para possibilitar que cada geração vivesse pelo menos um Ano Santo, o jubileu ordinário passou a acontecer a cada 25 anos. Um jubileu extraordinário pode ser realizado em ocasião de um acontecimento de particular importância. Até hoje, foram 26 Anos Santos ordinários. O último foi o Jubileu de 2000. Quanto aos jubileus extraordinários, o último foi o de 1983, instituído por João Paulo II pelos 1950 anos da Redenção. A Igreja católica deu ao jubileu judaico um significado mais espiritual. Consiste em um perdão geral, uma indulgência aberta a todos, e uma possibilidade de renovar a relação com Deus e com o próximo. Assim, o Ano Santo é sempre uma oportunidade para aprofundar a fé e viver com renovado empenho o testemunho cristão.

Para tanto, caros paroquianos, vamos, verdadeiramente, desejar e viver um Ano Novo, um Ano Santo.

Aproveitando um ensejo, a Pastoral da Comunicação (PASCOM) deseja a todos os paroquianos e estendendo a todos os dorenses, independente da religião professada, um Santo Natal, para que Jesus possa, realmente, nascer em cada coração!

Fotos: Nairon Neri Silva e Ayla Darlene de Souza
Texto: João Bosco de Melo
Dores de Campos, 13 de dezembro de 2015

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